Teste de anatomia do esterno
O teste abrange a anatomia do esterno: partes, articulações, sincondroses, inserções das costelas, ligamentos e irrigação sanguínea.
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1. Quais são as três partes do esterno?
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Manúbrio, corpo e processo xifoide
O esterno (sternum) é constituído por três partes: manúbrio (manubrium sterni), corpo (corpus sterni) e processo xifoide (processus xiphoideus). Essa é a divisão clássica adotada na Terminologia Anatomica.
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Base, corpo e ápice
O esterno (sternum) é constituído por três partes: manúbrio (manubrium sterni), corpo (corpus sterni) e processo xifoide (processus xiphoideus). Essa é a divisão clássica adotada na Terminologia Anatomica.
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Manúbrio, colo e processo xifoide
O esterno (sternum) é constituído por três partes: manúbrio (manubrium sterni), corpo (corpus sterni) e processo xifoide (processus xiphoideus). Essa é a divisão clássica adotada na Terminologia Anatomica.
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Cabeça, corpo e cauda
O esterno (sternum) é constituído por três partes: manúbrio (manubrium sterni), corpo (corpus sterni) e processo xifoide (processus xiphoideus). Essa é a divisão clássica adotada na Terminologia Anatomica.
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É-me difícil responder-te
O esterno (sternum) é constituído por três partes: manúbrio (manubrium sterni), corpo (corpus sterni) e processo xifoide (processus xiphoideus). Essa é a divisão clássica adotada na Terminologia Anatomica.
2. Como se denomina a união cartilaginosa entre o manúbrio e o corpo do esterno?
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Sínfise manubrioesternal
A união do manúbrio com o corpo do esterno é denominada sincondrose manubrioesternal (synchondrosis manubriosternalis). Na idade adulta, ela frequentemente se ossifica, transformando-se em sinostose; contudo, quanto ao tipo, é originalmente uma sincondrose.
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Sincondrose manubrioesternal
A união do manúbrio com o corpo do esterno é denominada sincondrose manubrioesternal (synchondrosis manubriosternalis). Na idade adulta, ela frequentemente se ossifica, transformando-se em sinostose; contudo, quanto ao tipo, é originalmente uma sincondrose.
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Sindesmose do esterno
A união do manúbrio com o corpo do esterno é denominada sincondrose manubrioesternal (synchondrosis manubriosternalis). Na idade adulta, ela frequentemente se ossifica, transformando-se em sinostose; contudo, quanto ao tipo, é originalmente uma sincondrose.
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Articulação esternocostal
A união do manúbrio com o corpo do esterno é denominada sincondrose manubrioesternal (synchondrosis manubriosternalis). Na idade adulta, ela frequentemente se ossifica, transformando-se em sinostose; contudo, quanto ao tipo, é originalmente uma sincondrose.
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É-me difícil responder-te
A união do manúbrio com o corpo do esterno é denominada sincondrose manubrioesternal (synchondrosis manubriosternalis). Na idade adulta, ela frequentemente se ossifica, transformando-se em sinostose; contudo, quanto ao tipo, é originalmente uma sincondrose.
3. Onde se localiza a incisura jugular (incisura jugularis) no esterno?
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Na margem superior do corpo do esterno
A incisura jugular (incisura jugularis) situa-se na margem superior do manúbrio do esterno, na linha mediana, entre as incisuras claviculares. Ela constitui um ponto de referência para a determinação do nível da II vértebra torácica.
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Na margem inferior do manúbrio do esterno
A incisura jugular (incisura jugularis) situa-se na margem superior do manúbrio do esterno, na linha mediana, entre as incisuras claviculares. Ela constitui um ponto de referência para a determinação do nível da II vértebra torácica.
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Na margem superior do manúbrio do esterno, na linha mediana
A incisura jugular (incisura jugularis) situa-se na margem superior do manúbrio do esterno, na linha mediana, entre as incisuras claviculares. Ela constitui um ponto de referência para a determinação do nível da II vértebra torácica.
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Na face lateral do corpo do esterno
A incisura jugular (incisura jugularis) situa-se na margem superior do manúbrio do esterno, na linha mediana, entre as incisuras claviculares. Ela constitui um ponto de referência para a determinação do nível da II vértebra torácica.
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É-me difícil responder-te
A incisura jugular (incisura jugularis) situa-se na margem superior do manúbrio do esterno, na linha mediana, entre as incisuras claviculares. Ela constitui um ponto de referência para a determinação do nível da II vértebra torácica.
4. A que tipo de articulação pertence a articulação esternocostal da II costela?
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Sincondrose
A articulação esternocostal da II costela apresenta cartilagem intra-articular (fibrocartilago interarticularis), que divide a cavidade articular em dois compartimentos. As articulações das costelas III–VII são simples, sem cartilagem intra-articular.
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Sindesmose
A articulação esternocostal da II costela apresenta cartilagem intra-articular (fibrocartilago interarticularis), que divide a cavidade articular em dois compartimentos. As articulações das costelas III–VII são simples, sem cartilagem intra-articular.
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Diartrose (articulação simples)
A articulação esternocostal da II costela apresenta cartilagem intra-articular (fibrocartilago interarticularis), que divide a cavidade articular em dois compartimentos. As articulações das costelas III–VII são simples, sem cartilagem intra-articular.
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Diartrose com cartilagem intra-articular
A articulação esternocostal da II costela apresenta cartilagem intra-articular (fibrocartilago interarticularis), que divide a cavidade articular em dois compartimentos. As articulações das costelas III–VII são simples, sem cartilagem intra-articular.
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É-me difícil responder-te
A articulação esternocostal da II costela apresenta cartilagem intra-articular (fibrocartilago interarticularis), que divide a cavidade articular em dois compartimentos. As articulações das costelas III–VII são simples, sem cartilagem intra-articular.
5. Qual costela se articula com o manúbrio do esterno no nível de sua margem inferior (ângulo de Louis)?
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I costela
O ângulo de Louis (angulus Ludovici, ou angulus sterni) é o ângulo entre o manúbrio e o corpo do esterno. É precisamente no nível desse ângulo que a cartilagem da II costela se fixa ao esterno, constituindo um importante ponto de referência anatômico.
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II costela
O ângulo de Louis (angulus Ludovici, ou angulus sterni) é o ângulo entre o manúbrio e o corpo do esterno. É precisamente no nível desse ângulo que a cartilagem da II costela se fixa ao esterno, constituindo um importante ponto de referência anatômico.
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III costela
O ângulo de Louis (angulus Ludovici, ou angulus sterni) é o ângulo entre o manúbrio e o corpo do esterno. É precisamente no nível desse ângulo que a cartilagem da II costela se fixa ao esterno, constituindo um importante ponto de referência anatômico.
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IV costela
O ângulo de Louis (angulus Ludovici, ou angulus sterni) é o ângulo entre o manúbrio e o corpo do esterno. É precisamente no nível desse ângulo que a cartilagem da II costela se fixa ao esterno, constituindo um importante ponto de referência anatômico.
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É-me difícil responder-te
O ângulo de Louis (angulus Ludovici, ou angulus sterni) é o ângulo entre o manúbrio e o corpo do esterno. É precisamente no nível desse ângulo que a cartilagem da II costela se fixa ao esterno, constituindo um importante ponto de referência anatômico.
6. As cartilagens de quantas costelas se articulam diretamente com o esterno?
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5 costelas (I–V)
As cartilagens das primeiras sete costelas (I–VII) articulam-se diretamente com o esterno. Essas costelas são denominadas verdadeiras (costae verae). As cartilagens das costelas VIII–X articulam-se com as cartilagens costais suprajacentes, e não diretamente com o esterno.
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6 costelas (I–VI)
As cartilagens das primeiras sete costelas (I–VII) articulam-se diretamente com o esterno. Essas costelas são denominadas verdadeiras (costae verae). As cartilagens das costelas VIII–X articulam-se com as cartilagens costais suprajacentes, e não diretamente com o esterno.
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7 costelas (I–VII)
As cartilagens das primeiras sete costelas (I–VII) articulam-se diretamente com o esterno. Essas costelas são denominadas verdadeiras (costae verae). As cartilagens das costelas VIII–X articulam-se com as cartilagens costais suprajacentes, e não diretamente com o esterno.
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8 costelas (I–VIII)
As cartilagens das primeiras sete costelas (I–VII) articulam-se diretamente com o esterno. Essas costelas são denominadas verdadeiras (costae verae). As cartilagens das costelas VIII–X articulam-se com as cartilagens costais suprajacentes, e não diretamente com o esterno.
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É-me difícil responder-te
As cartilagens das primeiras sete costelas (I–VII) articulam-se diretamente com o esterno. Essas costelas são denominadas verdadeiras (costae verae). As cartilagens das costelas VIII–X articulam-se com as cartilagens costais suprajacentes, e não diretamente com o esterno.
7. Como se denomina a incisura do manúbrio do esterno destinada à articulação com a clavícula?
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Incisura jugular
Em cada lado do manúbrio do esterno há uma incisura clavicular (incisura clavicularis), que forma a extremidade esternal da articulação esternoclavicular. Entre elas, na linha mediana, situa-se a incisura jugular (incisura jugularis).
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Incisura costal
Em cada lado do manúbrio do esterno há uma incisura clavicular (incisura clavicularis), que forma a extremidade esternal da articulação esternoclavicular. Entre elas, na linha mediana, situa-se a incisura jugular (incisura jugularis).
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Incisura clavicular
Em cada lado do manúbrio do esterno há uma incisura clavicular (incisura clavicularis), que forma a extremidade esternal da articulação esternoclavicular. Entre elas, na linha mediana, situa-se a incisura jugular (incisura jugularis).
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Incisura intercostal
Em cada lado do manúbrio do esterno há uma incisura clavicular (incisura clavicularis), que forma a extremidade esternal da articulação esternoclavicular. Entre elas, na linha mediana, situa-se a incisura jugular (incisura jugularis).
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É-me difícil responder-te
Em cada lado do manúbrio do esterno há uma incisura clavicular (incisura clavicularis), que forma a extremidade esternal da articulação esternoclavicular. Entre elas, na linha mediana, situa-se a incisura jugular (incisura jugularis).
8. Qual ligamento une a cartilagem costal da I costela diretamente ao esterno, sem formar uma articulação cavitária?
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Ligamento esternocostal radiado
A união da I costela com o manúbrio do esterno é constituída por uma sincondrose (synchondrosis costosternalis I), uma união cartilaginosa contínua sem cavidade articular. Todas as demais costelas verdadeiras formam diartroses com o esterno.
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Ligamento esternocostal intra-articular
A união da I costela com o manúbrio do esterno é constituída por uma sincondrose (synchondrosis costosternalis I), uma união cartilaginosa contínua sem cavidade articular. Todas as demais costelas verdadeiras formam diartroses com o esterno.
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Sincondrose (synchondrosis costosternalis I)
A união da I costela com o manúbrio do esterno é constituída por uma sincondrose (synchondrosis costosternalis I), uma união cartilaginosa contínua sem cavidade articular. Todas as demais costelas verdadeiras formam diartroses com o esterno.
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Membrana esternal.
A união da I costela com o manúbrio do esterno é constituída por uma sincondrose (synchondrosis costosternalis I), uma união cartilaginosa contínua sem cavidade articular. Todas as demais costelas verdadeiras formam diartroses com o esterno.
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É-me difícil responder-te
A união da I costela com o manúbrio do esterno é constituída por uma sincondrose (synchondrosis costosternalis I), uma união cartilaginosa contínua sem cavidade articular. Todas as demais costelas verdadeiras formam diartroses com o esterno.
9. Os ligamentos esternocostais radiados (ligg. sternocostalia radiata) estão localizados nas:
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Apenas na face posterior do esterno
Os ligamentos esternocostais radiados situam-se tanto na face anterior quanto na face posterior das articulações esternocostais, entrelaçando-se com as fibras do periósteo e formando a membrana esternal (membrana sterni) na face anterior do esterno.
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Apenas na face anterior do esterno
Os ligamentos esternocostais radiados situam-se tanto na face anterior quanto na face posterior das articulações esternocostais, entrelaçando-se com as fibras do periósteo e formando a membrana esternal (membrana sterni) na face anterior do esterno.
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Faces anterior e posterior do esterno
Os ligamentos esternocostais radiados situam-se tanto na face anterior quanto na face posterior das articulações esternocostais, entrelaçando-se com as fibras do periósteo e formando a membrana esternal (membrana sterni) na face anterior do esterno.
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Faces laterais do manúbrio do esterno
Os ligamentos esternocostais radiados situam-se tanto na face anterior quanto na face posterior das articulações esternocostais, entrelaçando-se com as fibras do periósteo e formando a membrana esternal (membrana sterni) na face anterior do esterno.
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É-me difícil responder-te
Os ligamentos esternocostais radiados situam-se tanto na face anterior quanto na face posterior das articulações esternocostais, entrelaçando-se com as fibras do periósteo e formando a membrana esternal (membrana sterni) na face anterior do esterno.
10. A qual osso o processo xifoide do esterno se une por meio de uma sincondrose?
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Ao corpo do esterno
O processo xifoide (processus xiphoideus) une-se ao corpo do esterno por meio da sincondrose xifoesternal (synchondrosis xiphosternalis). Na velhice, essa sincondrose geralmente se ossifica.
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À cartilagem da VII costela
O processo xifoide (processus xiphoideus) une-se ao corpo do esterno por meio da sincondrose xifoesternal (synchondrosis xiphosternalis). Na velhice, essa sincondrose geralmente se ossifica.
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Ao manúbrio do esterno
O processo xifoide (processus xiphoideus) une-se ao corpo do esterno por meio da sincondrose xifoesternal (synchondrosis xiphosternalis). Na velhice, essa sincondrose geralmente se ossifica.
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À VI costela
O processo xifoide (processus xiphoideus) une-se ao corpo do esterno por meio da sincondrose xifoesternal (synchondrosis xiphosternalis). Na velhice, essa sincondrose geralmente se ossifica.
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É-me difícil responder-te
O processo xifoide (processus xiphoideus) une-se ao corpo do esterno por meio da sincondrose xifoesternal (synchondrosis xiphosternalis). Na velhice, essa sincondrose geralmente se ossifica.
11. Onde se origina o músculo esternocleidomastoideo (m. sternocleidomastoideus) no esterno?
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Do corpo do esterno
A cabeça esternal (caput sternale) do músculo esternocleidomastoideo origina-se na face anterior do manúbrio do esterno. A cabeça clavicular origina-se no terço medial da clavícula. Ambas as cabeças convergem e inserem-se no processo mastoide do osso temporal.
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Do manúbrio do esterno — do manúbrio
A cabeça esternal (caput sternale) do músculo esternocleidomastoideo origina-se na face anterior do manúbrio do esterno. A cabeça clavicular origina-se no terço medial da clavícula. Ambas as cabeças convergem e inserem-se no processo mastoide do osso temporal.
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Da incisura clavicular
A cabeça esternal (caput sternale) do músculo esternocleidomastoideo origina-se na face anterior do manúbrio do esterno. A cabeça clavicular origina-se no terço medial da clavícula. Ambas as cabeças convergem e inserem-se no processo mastoide do osso temporal.
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Do processo xifoide
A cabeça esternal (caput sternale) do músculo esternocleidomastoideo origina-se na face anterior do manúbrio do esterno. A cabeça clavicular origina-se no terço medial da clavícula. Ambas as cabeças convergem e inserem-se no processo mastoide do osso temporal.
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É-me difícil responder-te
A cabeça esternal (caput sternale) do músculo esternocleidomastoideo origina-se na face anterior do manúbrio do esterno. A cabeça clavicular origina-se no terço medial da clavícula. Ambas as cabeças convergem e inserem-se no processo mastoide do osso temporal.
12. Qual músculo peitoral maior se insere no esterno?
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O músculo peitoral maior origina-se no esterno, e não se insere nele
O músculo peitoral maior (m. pectoralis major) origina-se na face anterior do esterno, nas clavículas e também nas cartilagens das costelas. O ponto de inserção é a crista do tubérculo maior do úmero.
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O músculo peitoral maior insere-se no esterno por meio de tendões
O músculo peitoral maior (m. pectoralis major) origina-se na face anterior do esterno, nas clavículas e também nas cartilagens das costelas. O ponto de inserção é a crista do tubérculo maior do úmero.
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O músculo peitoral maior não tem relação com o esterno
O músculo peitoral maior (m. pectoralis major) origina-se na face anterior do esterno, nas clavículas e também nas cartilagens das costelas. O ponto de inserção é a crista do tubérculo maior do úmero.
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O músculo peitoral maior envolve o esterno como uma bainha tendínea
O músculo peitoral maior (m. pectoralis major) origina-se na face anterior do esterno, nas clavículas e também nas cartilagens das costelas. O ponto de inserção é a crista do tubérculo maior do úmero.
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É-me difícil responder-te
O músculo peitoral maior (m. pectoralis major) origina-se na face anterior do esterno, nas clavículas e também nas cartilagens das costelas. O ponto de inserção é a crista do tubérculo maior do úmero.
13. Qual artéria é responsável pela principal irrigação sanguínea do esterno?
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Artéria torácica interna (a. thoracica interna)
A principal irrigação sanguínea do esterno é fornecida pela artéria torácica interna (a. thoracica interna), ramo par da artéria subclávia. Ela emite ramos mediais (rami sternales) e ramos perfurantes (rami perforantes), que irrigam o periósteo e a substância esponjosa do esterno.
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Artéria torácica externa (a. thoracica lateralis)
A principal irrigação sanguínea do esterno é fornecida pela artéria torácica interna (a. thoracica interna), ramo par da artéria subclávia. Ela emite ramos mediais (rami sternales) e ramos perfurantes (rami perforantes), que irrigam o periósteo e a substância esponjosa do esterno.
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Artéria epigástrica superior (a. epigastrica superior)
A principal irrigação sanguínea do esterno é fornecida pela artéria torácica interna (a. thoracica interna), ramo par da artéria subclávia. Ela emite ramos mediais (rami sternales) e ramos perfurantes (rami perforantes), que irrigam o periósteo e a substância esponjosa do esterno.
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Arco aórtico (arcus aortae)
A principal irrigação sanguínea do esterno é fornecida pela artéria torácica interna (a. thoracica interna), ramo par da artéria subclávia. Ela emite ramos mediais (rami sternales) e ramos perfurantes (rami perforantes), que irrigam o periósteo e a substância esponjosa do esterno.
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É-me difícil responder-te
A principal irrigação sanguínea do esterno é fornecida pela artéria torácica interna (a. thoracica interna), ramo par da artéria subclávia. Ela emite ramos mediais (rami sternales) e ramos perfurantes (rami perforantes), que irrigam o periósteo e a substância esponjosa do esterno.
14. Onde passa a artéria torácica interna em relação ao esterno?
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Ao longo da face posterior do esterno, na linha mediana
A artéria torácica interna (a. thoracica interna) percorre verticalmente a face posterior da parede torácica, aproximadamente 1,5 cm lateralmente à margem do esterno, entre as cartilagens costais e o músculo transverso do tórax. Esse é um importante ponto de referência na descrição do esterno.
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Ao longo das margens laterais do esterno, na face posterior, a aproximadamente 1,5 cm da margem
A artéria torácica interna (a. thoracica interna) percorre verticalmente a face posterior da parede torácica, aproximadamente 1,5 cm lateralmente à margem do esterno, entre as cartilagens costais e o músculo transverso do tórax. Esse é um importante ponto de referência na descrição do esterno.
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Sob o periósteo, ao longo da face anterior do esterno
A artéria torácica interna (a. thoracica interna) percorre verticalmente a face posterior da parede torácica, aproximadamente 1,5 cm lateralmente à margem do esterno, entre as cartilagens costais e o músculo transverso do tórax. Esse é um importante ponto de referência na descrição do esterno.
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Na espessura do esterno, pela substância esponjosa
A artéria torácica interna (a. thoracica interna) percorre verticalmente a face posterior da parede torácica, aproximadamente 1,5 cm lateralmente à margem do esterno, entre as cartilagens costais e o músculo transverso do tórax. Esse é um importante ponto de referência na descrição do esterno.
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É-me difícil responder-te
A artéria torácica interna (a. thoracica interna) percorre verticalmente a face posterior da parede torácica, aproximadamente 1,5 cm lateralmente à margem do esterno, entre as cartilagens costais e o músculo transverso do tórax. Esse é um importante ponto de referência na descrição do esterno.
15. Por que é formada a membrana esternal (membrana sterni)?
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Por fibras tendíneas do diafragma
A membrana esternal (membrana sterni) é uma lâmina fibrosa resistente na face anterior do esterno, formada pelo entrelaçamento do periósteo com os ligamentos esternocostais radiados (ligg. sternocostalia radiata) e com as fibras tendíneas dos músculos peitorais.
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Pelo periósteo entrelaçado com os ligamentos esternocostais radiados e os tendões dos músculos peitorais
A membrana esternal (membrana sterni) é uma lâmina fibrosa resistente na face anterior do esterno, formada pelo entrelaçamento do periósteo com os ligamentos esternocostais radiados (ligg. sternocostalia radiata) e com as fibras tendíneas dos músculos peitorais.
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Exclusivamente por fibras do músculo peitoral maior
A membrana esternal (membrana sterni) é uma lâmina fibrosa resistente na face anterior do esterno, formada pelo entrelaçamento do periósteo com os ligamentos esternocostais radiados (ligg. sternocostalia radiata) e com as fibras tendíneas dos músculos peitorais.
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Pelo pericárdio fibroso
A membrana esternal (membrana sterni) é uma lâmina fibrosa resistente na face anterior do esterno, formada pelo entrelaçamento do periósteo com os ligamentos esternocostais radiados (ligg. sternocostalia radiata) e com as fibras tendíneas dos músculos peitorais.
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É-me difícil responder-te
A membrana esternal (membrana sterni) é uma lâmina fibrosa resistente na face anterior do esterno, formada pelo entrelaçamento do periósteo com os ligamentos esternocostais radiados (ligg. sternocostalia radiata) e com as fibras tendíneas dos músculos peitorais.
16. Qual é a forma da secção transversal do corpo do esterno?
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Redonda
O corpo do esterno (corpus sterni) é uma lâmina óssea achatada, alongada no sentido vertical. Em secção transversal, ele é achatado no sentido anteroposterior (sagital). A face anterior é ligeiramente convexa, e a posterior, côncava.
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Triangular
O corpo do esterno (corpus sterni) é uma lâmina óssea achatada, alongada no sentido vertical. Em secção transversal, ele é achatado no sentido anteroposterior (sagital). A face anterior é ligeiramente convexa, e a posterior, côncava.
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Achatada (lâmina achatada sagitalmente)
O corpo do esterno (corpus sterni) é uma lâmina óssea achatada, alongada no sentido vertical. Em secção transversal, ele é achatado no sentido anteroposterior (sagital). A face anterior é ligeiramente convexa, e a posterior, côncava.
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Trapezoidal
O corpo do esterno (corpus sterni) é uma lâmina óssea achatada, alongada no sentido vertical. Em secção transversal, ele é achatado no sentido anteroposterior (sagital). A face anterior é ligeiramente convexa, e a posterior, côncava.
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É-me difícil responder-te
O corpo do esterno (corpus sterni) é uma lâmina óssea achatada, alongada no sentido vertical. Em secção transversal, ele é achatado no sentido anteroposterior (sagital). A face anterior é ligeiramente convexa, e a posterior, côncava.
17. Como se denominam as linhas horizontais no corpo do esterno que evidenciam sua origem segmentar?
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Linha arqueada
No corpo do esterno, são visíveis linhas transversas (lineae transversae), que constituem vestígios da fusão de segmentos ósseos individuais. Essas linhas refletem a origem embrionária segmentar do corpo do esterno a partir de vários primórdios cartilaginosos.
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Linhas transversais (esternebras)
No corpo do esterno, são visíveis linhas transversas (lineae transversae), que constituem vestígios da fusão de segmentos ósseos individuais. Essas linhas refletem a origem embrionária segmentar do corpo do esterno a partir de vários primórdios cartilaginosos.
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Linha semilunar
No corpo do esterno, são visíveis linhas transversas (lineae transversae), que constituem vestígios da fusão de segmentos ósseos individuais. Essas linhas refletem a origem embrionária segmentar do corpo do esterno a partir de vários primórdios cartilaginosos.
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Sulcos intercostais
No corpo do esterno, são visíveis linhas transversas (lineae transversae), que constituem vestígios da fusão de segmentos ósseos individuais. Essas linhas refletem a origem embrionária segmentar do corpo do esterno a partir de vários primórdios cartilaginosos.
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É-me difícil responder-te
No corpo do esterno, são visíveis linhas transversas (lineae transversae), que constituem vestígios da fusão de segmentos ósseos individuais. Essas linhas refletem a origem embrionária segmentar do corpo do esterno a partir de vários primórdios cartilaginosos.
18. A qual tipo de osso, segundo a classificação, pertence o esterno?
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Aos ossos curtos esponjosos
O esterno pertence aos ossos planos (largos) (ossa plana). Ele é constituído por duas lâminas finas de substância compacta e por substância esponjosa entre elas, contendo medula óssea vermelha. Essa é uma característica típica dos ossos planos.
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Aos ossos longos tubulares
O esterno pertence aos ossos planos (largos) (ossa plana). Ele é constituído por duas lâminas finas de substância compacta e por substância esponjosa entre elas, contendo medula óssea vermelha. Essa é uma característica típica dos ossos planos.
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Aos ossos planos (largos)
O esterno pertence aos ossos planos (largos) (ossa plana). Ele é constituído por duas lâminas finas de substância compacta e por substância esponjosa entre elas, contendo medula óssea vermelha. Essa é uma característica típica dos ossos planos.
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Aos ossos sesamoides
O esterno pertence aos ossos planos (largos) (ossa plana). Ele é constituído por duas lâminas finas de substância compacta e por substância esponjosa entre elas, contendo medula óssea vermelha. Essa é uma característica típica dos ossos planos.
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É-me difícil responder-te
O esterno pertence aos ossos planos (largos) (ossa plana). Ele é constituído por duas lâminas finas de substância compacta e por substância esponjosa entre elas, contendo medula óssea vermelha. Essa é uma característica típica dos ossos planos.
19. No nível de qual vértebra torácica se projeta o ângulo do esterno (angulus sterni)?
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Vértebras torácicas I–II
O ângulo do esterno (angulus sterni, ângulo de Louis) corresponde ao nível do disco intervertebral entre as vértebras torácicas II e III. Nesse nível, a cartilagem da II costela articula-se com o esterno, e o arco aórtico continua como a aorta descendente.
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Vértebras torácicas IV–V
O ângulo do esterno (angulus sterni, ângulo de Louis) corresponde ao nível do disco intervertebral entre as vértebras torácicas II e III. Nesse nível, a cartilagem da II costela articula-se com o esterno, e o arco aórtico continua como a aorta descendente.
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Vértebras torácicas II–III
O ângulo do esterno (angulus sterni, ângulo de Louis) corresponde ao nível do disco intervertebral entre as vértebras torácicas II e III. Nesse nível, a cartilagem da II costela articula-se com o esterno, e o arco aórtico continua como a aorta descendente.
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VI vértebra torácica
O ângulo do esterno (angulus sterni, ângulo de Louis) corresponde ao nível do disco intervertebral entre as vértebras torácicas II e III. Nesse nível, a cartilagem da II costela articula-se com o esterno, e o arco aórtico continua como a aorta descendente.
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É-me difícil responder-te
O ângulo do esterno (angulus sterni, ângulo de Louis) corresponde ao nível do disco intervertebral entre as vértebras torácicas II e III. Nesse nível, a cartilagem da II costela articula-se com o esterno, e o arco aórtico continua como a aorta descendente.
20. Qual músculo se origina na face posterior do processo xifoide do esterno?
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Músculo transverso do tórax (m. transversus thoracis)
A parte esternal do diafragma (pars sternalis diaphragmatis) origina-se na face posterior do processo xifoide do esterno. O músculo transverso do tórax origina-se na face posterior do corpo do esterno; o músculo reto abdomina, na face anterior do processo xifoide.
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Diafragma (diaphragma) — parte esternal
A parte esternal do diafragma (pars sternalis diaphragmatis) origina-se na face posterior do processo xifoide do esterno. O músculo transverso do tórax origina-se na face posterior do corpo do esterno; o músculo reto abdomina, na face anterior do processo xifoide.
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Músculo reto abdomina (m. rectus abdominis)
A parte esternal do diafragma (pars sternalis diaphragmatis) origina-se na face posterior do processo xifoide do esterno. O músculo transverso do tórax origina-se na face posterior do corpo do esterno; o músculo reto abdomina, na face anterior do processo xifoide.
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Músculo subclávio (m. subclavius)
A parte esternal do diafragma (pars sternalis diaphragmatis) origina-se na face posterior do processo xifoide do esterno. O músculo transverso do tórax origina-se na face posterior do corpo do esterno; o músculo reto abdomina, na face anterior do processo xifoide.
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É-me difícil responder-te
A parte esternal do diafragma (pars sternalis diaphragmatis) origina-se na face posterior do processo xifoide do esterno. O músculo transverso do tórax origina-se na face posterior do corpo do esterno; o músculo reto abdomina, na face anterior do processo xifoide.
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