{"id":8463,"date":"2026-02-12T16:09:15","date_gmt":"2026-02-12T13:09:15","guid":{"rendered":"https:\/\/wiki.voka.io\/diseases\/uncategorized\/cisto-renal\/"},"modified":"2026-10-22T16:41:15","modified_gmt":"2026-10-22T13:41:15","slug":"cisto-renal","status":"publish","type":"diseases_post","link":"https:\/\/wiki.voka.io\/pt\/doencas\/urologia\/cisto-renal\/","title":{"rendered":"Cisto renal: etiologia, classifica\u00e7\u00e3o, quadro cl\u00ednico, diagn\u00f3stico e tratamento"},"content":{"rendered":"<p><?xml encoding=\"UTF-8\" ?><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O cisto renal \u00e9 uma bolsa de parede fina cheia de l\u00edquido, formada a partir do par\u00eanquima renal e revestida por epit\u00e9lio. Os cistos s\u00e3o as les\u00f5es benignas mais comuns nos rins e podem ocorrer em pessoas de todas as faixas et\u00e1rias.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/dev_wiki_voka_io_303011\/articles\/en\/urology\/renal-cyst\/1renal-cyst.webp\" alt=\"Cisto renal\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cisto renal \u2013 <a href=\"https:\/\/catalog.voka.io\/models\/f69c9748-3f2b-47a6-a9b8-6c3303ec4997\/52cce256-ca22-40f3-89d3-ee79020c8bae\/e71c5e8d-5476-4d63-9559-ce2f717ee924\/dca4741a-0145-4add-bbde-9b365060eea2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Modelo 3D<\/a><\/figcaption><\/figure>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O significado cl\u00ednico dos cistos depende do seu impacto na fun\u00e7\u00e3o renal e dos sintomas apresentados. As formas assintom\u00e1ticas, detectadas acidentalmente por meio de exames de imagem, constituem a maioria dos casos e exigem apenas monitoramento peri\u00f3dico. <\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cistos que causam dor, hipertens\u00e3o arterial ou obstru\u00e7\u00e3o das vias urin\u00e1rias, exigem tratamento mais intensivo.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A possibilidade de maligniza\u00e7\u00e3o das estruturas c\u00edsticas \u00e9 motivo de especial preocupa\u00e7\u00e3o, o que exige um acompanhamento rigoroso, mesmo em casos assintom\u00e1ticos. <\/p>\n<h2 id=\"classificacao-de-bosniak-para-cistos-renais\" class=\"wp-block-heading\">Classifica\u00e7\u00e3o de Bosniak para cistos renais<\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sistema de classifica\u00e7\u00e3o Bosniak, desenvolvido em 1986, consiste em uma abordagem padronizada para classificar cistos renais com base em imagens de tomografia computadorizada com contraste. Os principais crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o s\u00e3o a presen\u00e7a de septa\u00e7\u00f5es, calcifica\u00e7\u00f5es nas paredes ou nos septos, bem como o grau de realce do contraste tecidual. <\/p>\n<h3 id=\"categoria-i\" class=\"wp-block-heading\">Categoria I<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cistos de Bosniak I e II s\u00e3o caracterizados como forma\u00e7\u00f5es benignas com risco m\u00ednimo de malignidade. O Bosniak I corresponde ao cisto renal simples cl\u00e1ssico, sendo les\u00f5es com parede fina, sem septos, calcifica\u00e7\u00f5es ou realce pelo contraste. <\/p>\n<h3 id=\"categoria-ii\" class=\"wp-block-heading\">Categoria II <\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cistos Bosniak II referem-se aos cistos minimamente complexos, com algumas calcifica\u00e7\u00f5es ou septa\u00e7\u00f5es finas, que n\u00e3o requerem interven\u00e7\u00e3o ativa. Essas les\u00f5es s\u00e3o submetidas a acompanhamento regular, com exames peri\u00f3dicos de ultrassom.<\/p>\n<h3 id=\"bosniak-iif\" class=\"wp-block-heading\">Bosniak IIF<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A categoria IIF n\u00e3o \u00e9 um cisto claramente benigno (como Bosniak I ou II), mas tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 definitivamente suspeito de c\u00e2ncer (como Bosniak III ou IV). Essa categoria re\u00fane les\u00f5es um pouco mais complexas e apresentam caracter\u00edsticas que n\u00e3o s\u00e3o suficientes para classific\u00e1-las em uma categoria superior, mas justificam um acompanhamento ativo. Sua principal caracter\u00edstica \u00e9 seu potencial indefinido. Na grande maioria dos casos, esses cistos s\u00e3o benignos.<\/p>\n<h3 id=\"categoria-iii\" class=\"wp-block-heading\">Categoria III <\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aqui s\u00e3o reunidas as les\u00f5es renais indeterminadas, com risco significativo de malignidade. Os cistos Bosniak III apresentam caracter\u00edsticas mais suspeitas, como paredes ou septos espessados e irregulares. <\/p>\n<h3 id=\"categoria-iv\" class=\"wp-block-heading\">Categoria IV<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Bosniak IV inclui cistos com partes s\u00f3lidas, realce intenso, o que \u00e9 patognom\u00f4nico de um processo maligno. Nesses casos, \u00e9 imprescind\u00edvel o tratamento cir\u00fargico com verifica\u00e7\u00e3o histol\u00f3gica.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A abordagem gen\u00e9tica identifica a doen\u00e7a renal polic\u00edstica autoss\u00f4mica dominante (DRPAD) como uma entidade nosol\u00f3gica distinta. <\/p>\n<h2 id=\"epidemiologia\" class=\"wp-block-heading\">Epidemiologia <\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cistos renais s\u00e3o uma das doen\u00e7as urol\u00f3gicas mais comuns.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A frequ\u00eancia de cistos renais depende diretamente da idade. Os cistos raramente s\u00e3o detectados em pessoas com menos de 30 anos de idade, mas a partir dos 50 anos s\u00e3o encontrados em aproximadamente uma em cada tr\u00eas pessoas e, aos 70 anos, em mais da metade da popula\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cistos ocorrem duas vezes mais frequentemente em homens do que em mulheres.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/dev_wiki_voka_io_303011\/articles\/en\/urology\/renal-cyst\/2-renal-cyst.webp\" alt=\"Cisto renal\"><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cisto renal \u2013 <a href=\"https:\/\/catalog.voka.io\/models\/f69c9748-3f2b-47a6-a9b8-6c3303ec4997\/52cce256-ca22-40f3-89d3-ee79020c8bae\/e71c5e8d-5476-4d63-9559-ce2f717ee924\/dca4741a-0145-4add-bbde-9b365060eea2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Modelo 3D<\/a><\/figcaption><\/figure>\n<h2 id=\"etiologia\" class=\"wp-block-heading\">Etiologia<\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cistos s\u00e3o subdivididos em cong\u00eanitos (resultado de anomalias no desenvolvimento dos t\u00fabulos renais) e adquiridos (que surgem ao longo da vida).<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O principal mecanismo patog\u00eanico da forma\u00e7\u00e3o de cistos adquiridos \u00e9 a obstru\u00e7\u00e3o (bloqueio) do l\u00famen do t\u00fabulo renal devido \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o, esclerose ou isquemia. Quando a atividade secretora do epit\u00e9lio acima do local da obstru\u00e7\u00e3o \u00e9 mantida, ocorre ac\u00famulo de l\u00edquido, dilata\u00e7\u00e3o das paredes do t\u00fabulo e forma\u00e7\u00e3o de uma cavidade isolada. As formas cong\u00eanitas (por exemplo, doen\u00e7a renal polic\u00edstica) est\u00e3o associadas a defeitos gen\u00e9ticos que levam \u00e0 forma\u00e7\u00e3o descontrolada de m\u00faltiplos cistos a partir dos t\u00fabulos renais.<\/p>\n<h2 id=\"apresentacao-clinica\" class=\"wp-block-heading\">Apresenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica<\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A maioria dos cistos renais simples s\u00e3o assintom\u00e1ticos, descobertos incidentalmente durante exames de imagem realizados para diagnosticar outras doen\u00e7as. A aus\u00eancia de manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas \u00e9 t\u00edpica de pequenas les\u00f5es isoladas que n\u00e3o causam compress\u00e3o dos tecidos circundantes. A probabilidade de manifesta\u00e7\u00e3o dos sintomas aumenta proporcionalmente ao tamanho do cisto e \u00e0 sua localiza\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima a estruturas vasculares ou \u00e0 pelve renal.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ocorre com menor frequ\u00eancia hipertens\u00e3o arterial decorrente de isquemia do par\u00eanquima e altera\u00e7\u00e3o da urodin\u00e2mica devido \u00e0 compress\u00e3o do ureter e da pelve renal. \u00c9 necess\u00e1rio realizar um diagn\u00f3stico diferencial quando h\u00e1 suspeita de malignidade ou de associa\u00e7\u00e3o com doen\u00e7as sist\u00eamicas.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-video\" id=\"animacao-3d-formacao-de-um-cisto-renal\"><video controls><source data-src=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/dev_wiki_voka_io_303011\/articles\/en\/urology\/renal-cyst\/kidney-cyst-formation.webm\" type=\"video\/webm\"><\/source><\/video><figcaption class=\"wp-element-caption\">Anima\u00e7\u00e3o 3D \u2013 forma\u00e7\u00e3o de um cisto renal<\/figcaption><\/figure>\n<h2 id=\"diagnostico-do-cisto-renal\" class=\"wp-block-heading\">Diagn\u00f3stico do cisto renal<\/h2>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ecografia (ultrassom) \u00e9 o principal m\u00e9todo de diagn\u00f3stico inicial de cistos renais, devido \u00e0 sua natureza n\u00e3o invasiva, disponibilidade e aus\u00eancia de exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o. Permite detectar a presen\u00e7a de cistos, determinar sua localiza\u00e7\u00e3o, tamanho e principais caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas. A ultrassonografia \u00e9 a principal ferramenta para a classifica\u00e7\u00e3o preliminar de cistos segundo a escala de Bosniak, o que determina a t\u00e1tica de manejo do paciente. <\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A tomografia computadorizada (TC) com contraste intravenoso \u00e9 utilizada para a avalia\u00e7\u00e3o de les\u00f5es c\u00edsticas complexas detectadas no exame de ultrassom. O m\u00e9todo proporciona alta resolu\u00e7\u00e3o espacial e permite uma avalia\u00e7\u00e3o detalhada da estrutura do cisto, bem como a presen\u00e7a de paredes espessadas, septos ou componente s\u00f3lido. A tomografia computadorizada \u00e9 o padr\u00e3o ouro para a classifica\u00e7\u00e3o definitiva de cistos de acordo com a escala de Bosniak, que determina a necessidade de monitorar ou intervir.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (RM) \u00e9 utilizada em casos de interpreta\u00e7\u00e3o amb\u00edgua dos resultados da ultrassonografia e da tomografia computadorizada, especialmente quando h\u00e1 suspeita de processos malignos. O m\u00e9todo apresenta alta resolu\u00e7\u00e3o nos tecidos moles e permite diferenciar cistos com conte\u00fado hemorr\u00e1gico ou proteico sem o uso de radia\u00e7\u00e3o ionizante. A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica \u00e9 particularmente valiosa quando existem contraindica\u00e7\u00f5es ao uso de subst\u00e2ncias de contraste \u00e0 base de iodo ou quando s\u00e3o necess\u00e1rios v\u00e1rios exames de controlo.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A avalia\u00e7\u00e3o abrangente dos dados da tomografia computadorizada com contraste e dos par\u00e2metros laboratoriais permite minimizar erros de diagn\u00f3stico. Especial aten\u00e7\u00e3o deve ser prestada aos cistos com paredes espessadas ou conte\u00fado heterog\u00eaneo. A distin\u00e7\u00e3o entre cistos simples e doen\u00e7a renal polic\u00edstica baseia-se no hist\u00f3rico familiar e em testes gen\u00e9ticos.<\/p>\n<div class=\"social-banner-block\">\n<div class=\"social-banner-content\">\n<p class=\"h5-title text-black\">Encontra mais conte\u00fados cientificamente exactos nas nossas redes sociais<\/p>\n<p><span class=\"social-banner-text text-grey\">Subscreve e n\u00e3o percas os recursos mais recentes<\/span><\/p>\n<div class=\"banner-icons-wrapper\"><a class=\"social-icon-link\" href=\"\" data-link=\"https:\/\/www.facebook.com\/VOKA3DAnatomyAndPathology\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/dev_wiki_voka_io_303011\/common\/Social%20Icons\/facebook.svg\" alt=\"social link\"><\/a><a class=\"social-icon-link\" href=\"\" data-link=\"https:\/\/www.instagram.com\/voka.io\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/dev_wiki_voka_io_303011\/common\/Social%20Icons\/insta.svg\" alt=\"social link\"><\/a><a class=\"social-icon-link\" href=\"\" data-link=\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/voka-io\/posts\/?feedView=all\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/dev_wiki_voka_io_303011\/common\/Social%20Icons\/linkedin.svg\" alt=\"social link\"><\/a><a class=\"social-icon-link\" href=\"\" data-link=\"https:\/\/www.youtube.com\/@vokaio\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/dev_wiki_voka_io_303011\/common\/Social%20Icons\/youtube.svg\" alt=\"social link\"><\/a><a class=\"social-icon-link\" href=\"\" data-link=\"https:\/\/www.pinterest.com\/voka3danatomyandpathology\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/dev_wiki_voka_io_303011\/common\/Social%20Icons\/pinterest.svg\" alt=\"social link\"><\/a><a class=\"social-icon-link\" href=\"\" data-link=\"https:\/\/www.tiktok.com\/@voka.io\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/dev_wiki_voka_io_303011\/common\/Social%20Icons\/tiktok.svg\" alt=\"social link\"><\/a><\/div>\n<\/div>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"social-banner-image\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/storage.googleapis.com\/dev_wiki_voka_io_303011\/common\/social-media-banner-mobile-image.webp\" alt=\"Banner background\"><\/div>\n<h2 id=\"tratamento\" class=\"wp-block-heading\">Tratamento<\/h2>\n<h3 id=\"monitorizacao\" class=\"wp-block-heading\">Monitoriza\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A abordagem conservadora no tratamento de pacientes com cistos renais \u00e9 aplicada na aus\u00eancia de sintomas cl\u00ednicos e quando as les\u00f5es s\u00e3o de tamanho reduzido. O principal crit\u00e9rio \u00e9 o di\u00e2metro do cisto inferior a 4 cm, n\u00e3o causando compress\u00e3o dos tecidos circundantes nem altera\u00e7\u00e3o da urodin\u00e2mica. A evolu\u00e7\u00e3o assintom\u00e1tica \u00e9 confirmada pela aus\u00eancia de dor, dis\u00faria e altera\u00e7\u00f5es nos par\u00e2metros laboratoriais da fun\u00e7\u00e3o renal. <\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os protocolos de monitoramento din\u00e2mico incluem o controle regular dos cistos por meio de ultrassom. Para les\u00f5es de categoria Bosniak I e II, recomenda-se uma ecografia a cada 6 a 12 meses para avaliar o tamanho do cisto e a estrutura do seu conte\u00fado. Se os par\u00e2metros permanecerem est\u00e1veis ao longo de dois anos, o intervalo entre os exames pode ser aumentado para 24 meses. Altera\u00e7\u00f5es na ecogenicidade do conte\u00fado e o espessamento das paredes exigem uma revis\u00e3o da classifica\u00e7\u00e3o segundo a escala de Bosniak. Caso haja suspeita de malignidade, \u00e9 indicada uma tomografia computadorizada com contraste. <\/p>\n<h3 id=\"abordagens-cirurgicas-para-o-tratamento-de-cistos-renais\" class=\"wp-block-heading\">Abordagens cir\u00fargicas para o tratamento de cistos renais<\/h3>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As indica\u00e7\u00f5es absolutas para interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica em cistos renais incluem s\u00edndrome de dor persistente que n\u00e3o \u00e9 aliviada por terapia conservadora e dist\u00farbios urin\u00e1rios que levam \u00e0 obstru\u00e7\u00e3o do trato urin\u00e1rio. Entre elas est\u00e3o tamb\u00e9m complica\u00e7\u00f5es como infec\u00e7\u00e3o do cisto, hemorragia em sua cavidade ou suspeita de malignidade. Nesses casos, o tratamento cir\u00fargico torna-se necess\u00e1rio para evitar complica\u00e7\u00f5es que colocam a vida em risco. <\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A recusa ao tratamento pode levar \u00e0 progress\u00e3o da insufici\u00eancia renal e a outras altera\u00e7\u00f5es irrevers\u00edveis. As indica\u00e7\u00f5es relativas incluem situa\u00e7\u00f5es quando o cisto causa desconforto ou dist\u00farbios funcionais, mas n\u00e3o representa uma amea\u00e7a direta. Entre elas est\u00e3o os cistos de grandes dimens\u00f5es (acima de 5 cm), que causam compress\u00e3o dos tecidos circundantes, bem como os casos de crescimento progressivo da les\u00e3o durante o monitoramento din\u00e2mico. <\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A decis\u00e3o de realizar a cirurgia deve ser tomada considerando a situa\u00e7\u00e3o individual de cada paciente, levando em conta a idade, as doen\u00e7as concomitantes e os riscos potenciais do procedimento. O desejo do paciente de aliviar os sintomas que afetam a qualidade de vida tamb\u00e9m \u00e9 um fator importante.<\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Existem v\u00e1rios m\u00e9todos para tratar cistos renais, cada um com indica\u00e7\u00f5es espec\u00edficas. A escolha do tratamento depende do tamanho, tipo e localiza\u00e7\u00e3o do cisto, dos sintomas e da suspeita de malignidade. <\/p>\n<h4 id=\"h-\u043f\u0443\u043d\u043a\u0446\u0438\u044f-\u043a\u0438\u0441\u0442\u044b\" class=\"wp-block-heading\">Pun\u00e7\u00e3o de cisto<\/h4>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ess\u00eancia do m\u00e9todo<\/strong>. Pun\u00e7\u00e3o da pele \u00e9 feita com agulha fina e guiada por ultrassom, com drenagem do conte\u00fado, \u00e0s vezes com a introdu\u00e7\u00e3o de um esclerosante (etanol).<\/li>\n<li>\u00c9 mais eficaz para cistos pequenos localizados na superf\u00edcie posterior do rim.<\/li>\n<li><strong>Benef\u00edcios<\/strong>. O procedimento \u00e9 minimamente invasivo, r\u00e1pido e realizado sob anestesia local. <\/li>\n<li><strong>Desvantagens<\/strong>. Alto risco de recidiva. <\/li>\n<\/ul>\n<h4 id=\"h-\u043b\u0430\u043f\u0430\u0440\u043e\u0441\u043a\u043e\u043f\u0438\u0447\u0435\u0441\u043a\u043e\u0435-\u0438\u0441\u0441\u0435\u0447\u0435\u043d\u0438\u0435-\u0434\u0435\u043a\u043e\u0440\u0442\u0438\u043a\u0430\u0446\u0438\u044f-nbsp\" class=\"wp-block-heading\">Excis\u00e3o laparosc\u00f3pica (decortica\u00e7\u00e3o) <\/h4>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ess\u00eancia do m\u00e9todo<\/strong>. Indicado para o tratamento de cistos das categorias Bosniak I e II. Atrav\u00e9s de 3 a 4 pequenas incis\u00f5es na cavidade abdominal, o cisto \u00e9 isolado, aberto, as membranas s\u00e3o excisadas e enviadas para o exame histol\u00f3gico. A cavidade do cisto permanece aberta. <\/li>\n<li><strong>Benef\u00edcios<\/strong>. O padr\u00e3o ouro para o tratamento de cistos. O risco de recidiva \u00e9 baixo. Esse m\u00e9todo \u00e9 adequado para o tratamento de cistos de qualquer tamanho e localiza\u00e7\u00e3o. Permite obter uma boa visualiza\u00e7\u00e3o e realizar uma bi\u00f3psia.<\/li>\n<li><strong>Desvantagens<\/strong>. Cirurgia convencional sob anestesia geral. Riscos que se associam a praticamente qualquer cirurgia: sangramento, infec\u00e7\u00e3o, les\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os adjacentes (intestino, vasos sangu\u00edneos). <\/li>\n<\/ul>\n<h4 id=\"h-\u044d\u043d\u0434\u043e\u0441\u043a\u043e\u043f\u0438\u0447\u0435\u0441\u043a\u043e\u0435-\u0432\u0441\u043a\u0440\u044b\u0442\u0438\u0435-\u043c\u0430\u0440\u0441\u0443\u043f\u0438\u043b\u0438\u0437\u0430\u0446\u0438\u044f-nbsp\" class=\"wp-block-heading\">Dissec\u00e7\u00e3o endosc\u00f3pica (marsupializa\u00e7\u00e3o) <\/h4>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ess\u00eancia do m\u00e9todo<\/strong>. Um endosc\u00f3pio flex\u00edvel \u00e9 inserido atrav\u00e9s da uretra, bexiga e ureter at\u00e9 chegar ao rim. A parede do cisto, que se projeta para dentro da pelve, \u00e9 incisada a laser: \u00e9 realizada a fenestra\u00e7\u00e3o (marsupializa\u00e7\u00e3o) do cisto. O l\u00edquido \u00e9 drenado livremente para a pelve renal. Em seguida, \u00e9 colocado um stent interno por um per\u00edodo de 7 a 14 dias. <\/li>\n<li><strong>Benef\u00edcios<\/strong>. O procedimento \u00e9 o menos invasivo poss\u00edvel, sem incis\u00f5es externas. Recupera\u00e7\u00e3o r\u00e1pida. <\/li>\n<li><strong>Desvantagens<\/strong>. Indica\u00e7\u00f5es muito limitadas: cistos parapi\u00e9licos sintom\u00e1ticos, intimamente adjacentes \u00e0 pelve renal. \u00c9 tecnicamente complexo e n\u00e3o dispon\u00edvel em todas as cl\u00ednicas. Risco moderado de recidiva. Risco de sangramento e infec\u00e7\u00e3o. <\/li>\n<\/ul>\n<h4 id=\"h-\u043b\u0430\u043f\u0430\u0440\u043e\u0441\u043a\u043e\u043f\u0438\u0447\u0435\u0441\u043a\u0430\u044f-\u0440\u0435\u0437\u0435\u043a\u0446\u0438\u044f-nbsp\" class=\"wp-block-heading\">Ressec\u00e7\u00e3o laparosc\u00f3pica <\/h4>\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Ess\u00eancia do m\u00e9todo<\/strong>. \u00c9 indicado no caso de cistos de Bosniak III e IV. Atrav\u00e9s de 3 a 4 pequenas incis\u00f5es (0,5 a 1 cm), um laparosc\u00f3pio (c\u00e2mera de v\u00eddeo) e manipuladores especiais (instrumentos) s\u00e3o inseridos na cavidade abdominal. O cirurgi\u00e3o separa o rim do tecido adiposo circundante, localiza os vasos renais e visualiza o cisto. Uma pin\u00e7a bulldog pode ser aplicada na art\u00e9ria renal por 20 a 30 minutos, a fim de criar um campo operat\u00f3rio exangue para uma ressec\u00e7\u00e3o precisa. O cisto \u00e9 removido completamente. O leito da les\u00e3o (cisto) removido \u00e9 suturado. A pin\u00e7a \u00e9 removida da art\u00e9ria e verifica-se a hemostasia. O cisto removido \u00e9 colocado em um recipiente especia (endo bag) e retirado atrav\u00e9s de uma das incis\u00f5es. Todos os instrumentos e materiais s\u00e3o retirados e os cortes s\u00e3o suturados.<\/li>\n<li><strong>Benef\u00edcios<\/strong>. Cirurgia radical. Permite a remo\u00e7\u00e3o completa do tumor, preservando a parte saud\u00e1vel do rim.<\/li>\n<li><strong>Desvantagens<\/strong>. \u00c9 a mais complexa das opera\u00e7\u00f5es listadas. Alto risco de sangramento intraoperat\u00f3rio, danos \u00e0 pelve renal e \u00f3rg\u00e3os adjacentes. Esta opera\u00e7\u00e3o exige a mais alta qualifica\u00e7\u00e3o do cirurgi\u00e3o. <\/li>\n<\/ul>\n<div>\n<h2 class=\"faq-title h2-article\" id=\"faq\">FAQ<\/h2>\n<div class=\"faq-section\">\n<div class=\"faq-item faq-answer-hidden\">\n<div class=\"question-block\">\n<div class=\"faq-question\">\n<p class=\" text-black h5-title\">1. O que \u00e9 um cisto renal e quando ele pode ser perigoso?<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"faq-answer text-main-text-color main-text-medium\">Um cisto renal \u00e9 uma forma\u00e7\u00e3o de parede fina com l\u00edquido, formada a partir do par\u00eanquima renal e revestida por epit\u00e9lio. O cisto renal pode apresentar risco devido \u00e0 possibilidade de desenvolvimento de c\u00e2ncer, al\u00e9m de causar dor, hipertens\u00e3o arterial e dificuldade para urinar.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"expand-button-wrapper\"><button class=\"text-accent expand-button\">+<\/button><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"faq-item faq-answer-hidden\">\n<div class=\"question-block\">\n<div class=\"faq-question\">\n<p class=\" text-black h5-title\">2. Os cistos renais podem desaparecer ou se reabsorver por conta pr\u00f3pria? <\/p>\n<\/div>\n<div class=\"faq-answer text-main-text-color main-text-medium\">N\u00e3o, um cisto renal n\u00e3o pode se dissolver nem desaparecer sozinho. Suas paredes s\u00e3o compostas por c\u00e9lulas que produzem l\u00edquido, portanto o cisto s\u00f3 pode aumentar de tamanho, permanecer est\u00e1vel ou apresentar complica\u00e7\u00f5es. <\/div>\n<\/div>\n<div class=\"expand-button-wrapper\"><button class=\"text-accent expand-button\">+<\/button><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"faq-item faq-answer-hidden\">\n<div class=\"question-block\">\n<div class=\"faq-question\">\n<p class=\" text-black h5-title\">3. Que tamanho de cisto renal indica a necessidade de tratamento cir\u00fargico? <\/p>\n<\/div>\n<div class=\"faq-answer text-main-text-color main-text-medium\">O tamanho n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico crit\u00e9rio, mas as les\u00f5es superiores a 5 cm costumam causar sintomas com mais frequ\u00eancia. A cirurgia \u00e9 recomendada se o cisto de qualquer tamanho causar dor, comprometer o escoamento da urina, provocar hipertens\u00e3o ou apresentar sinais de malignidade segundo a classifica\u00e7\u00e3o de Bosniak.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"expand-button-wrapper\"><button class=\"text-accent expand-button\">+<\/button><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"faq-item faq-answer-hidden\">\n<div class=\"question-block\">\n<div class=\"faq-question\">\n<p class=\" text-black h5-title\">4. A presen\u00e7a de um cisto afeta a press\u00e3o arterial?<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"faq-answer text-main-text-color main-text-medium\">Sim, um cisto renal pode afetar diretamente a press\u00e3o arterial, causando um aumento persistente (hipertens\u00e3o arterial sintom\u00e1tica). Isso nem sempre acontece, mas apenas sob determinadas condi\u00e7\u00f5es, no entanto, a correla\u00e7\u00e3o foi estabelecida de forma confi\u00e1vel. <\/div>\n<\/div>\n<div class=\"expand-button-wrapper\"><button class=\"text-accent expand-button\">+<\/button><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"faq-item faq-answer-hidden\">\n<div class=\"question-block\">\n<div class=\"faq-question\">\n<p class=\" text-black h5-title\">5. Qual \u00e9 a diferen\u00e7a entre um cisto simples e a doen\u00e7a renal polic\u00edstica? <\/p>\n<\/div>\n<div class=\"faq-answer text-main-text-color main-text-medium\">Um cisto simples \u00e9 uma les\u00e3o isolada de origem adquirida. A doen\u00e7a renal polic\u00edstica \u00e9 uma doen\u00e7a gen\u00e9tica sist\u00eamica em que ambos os rins s\u00e3o praticamente substitu\u00eddos por numerosos cistos, pequenos e grandes, levando a um decl\u00ednio gradual da fun\u00e7\u00e3o renal.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"expand-button-wrapper\"><button class=\"text-accent expand-button\">+<\/button><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"faq-item faq-answer-hidden\">\n<div class=\"question-block\">\n<div class=\"faq-question\">\n<p class=\" text-black h5-title\">6. \u00c9 poss\u00edvel praticar esportes se for detectado um cisto no rim? <\/p>\n<\/div>\n<div class=\"faq-answer text-main-text-color main-text-medium\">No caso de um cisto simples e assintom\u00e1tico, a pr\u00e1tica de esportes n\u00e3o \u00e9 contraindicada e pode at\u00e9 ser ben\u00e9fica para a sa\u00fade cardiovascular. As restri\u00e7\u00f5es s\u00e3o aplicadas principalmente a esportes potencialmente traum\u00e1ticos em casos de cistos grandes. <\/div>\n<\/div>\n<div class=\"expand-button-wrapper\"><button class=\"text-accent expand-button\">+<\/button><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"sources-list-block sources-list-hidden\" id=\"referencias\">\n<div class=\"sources-list-content\">\n<div class=\"sources-list-title\">\n<p class=\"small-text-bold text-black sources-list-title-text\">Refer\u00eancias<\/p>\n<div class=\"sources-expand-button-wrapper-mobile\">\n<div class=\"sources-expand-button\"><svg width=\"32\" height=\"32\" viewbox=\"0 0 32 32\" fill=\"none\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M8 12L16 20L24 12\" stroke=\"#8C9AAB\" stroke-width=\"2\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><\/path><\/svg><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"sources-list-items\">\n<div class=\"source-item\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\">1.<\/p>\n<div class=\"source-item-content\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\"><cite> VOKA 3D Anatomy & Pathology \u2013 Complete Anatomy and Pathology 3D Atlas [Internet]. VOKA 3D Anatomy & Pathology [VOKA 3D Anatomia & Patologia].<\/cite><\/p>\n<p><span class=\"small-text-medium text-grey\">Available from: https:\/\/catalog.voka.io\/<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"source-item\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\">2.<\/p>\n<div class=\"source-item-content\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\"><cite>Al-Shukri SKh, Antonov AV, Radomsky YA, et al. Sobre a escolha do m\u00e9todo de tratamento para cistos renais. Nefrologia. 2005;9(1):75-8. [Em russo.]<\/cite><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"source-item\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\">3.<\/p>\n<div class=\"source-item-content\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\"><cite>Alyaev YG, Glybochko PV, Pushkar DY, editores. Urologia. Recomenda\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas russas [Urologia. Diretrizes cl\u00ednicas russas]. Moscow: GEOTAR-Media; 2016. 496 p. [Em russo.]<\/cite><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"source-item\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\">4.<\/p>\n<div class=\"source-item-content\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\"><cite>Antonov AV. Forma\u00e7\u00f5es l\u00edquidas do espa\u00e7o retroperitoneal: diagn\u00f3stico e tratamento. Relat\u00f3rios de Urologia. 2012;(4):33-7. [Em russo.]<\/cite><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"source-item\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\">5.<\/p>\n<div class=\"source-item-content\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\"><cite>Batyushin MM, Povilaytite PE. Nefrologia Cl\u00ednica. Elista: Dzhangar; 2009. 656 p. [Em russo.]<\/cite><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"source-item\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\">6.<\/p>\n<div class=\"source-item-content\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\"><cite>Golbits AB, Kryaneva EV, Rubtsova NA, et al. Classifica\u00e7\u00e3o de Bosniak 2019: algoritmos atualizados para o diagn\u00f3stico de les\u00f5es c\u00edsticas renais. Urologia oncol\u00f3gica. 2021;(4):165-75. [Em russo.]<\/cite><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"source-item\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\">7.<\/p>\n<div class=\"source-item-content\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\"><cite>Gromov AI. Progresso cient\u00edfico-t\u00e9cnico do diagn\u00f3stico por imagem na urologia. Revista Eletr\u00f4nica Russa de Radiologia. 2012;(2):43-7. [Em russo.]<\/cite><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"source-item\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\">8.<\/p>\n<div class=\"source-item-content\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\"><cite>Dayneko VS, Ananyev AN, Nevirovich ES, et al. Estrutura e frequ\u00eancia da ocorr\u00eancia de infec\u00e7\u00f5es nos cistos em pacientes com doen\u00e7a polic\u00edstica renal autoss\u00f4mica dominante na lista de espera para transplante renal. Revista russa de transplanta\u00e7\u00e3o e \u00f3rg\u00e3os artificiais. 2018;(3):20-5. [Em russo.]<\/cite><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"source-item\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\">9.<\/p>\n<div class=\"source-item-content\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\"><cite>Mukhtarov ShT, Akilov FA, Mirkhamidov DKh, et al. Avalia\u00e7\u00e3o da efic\u00e1cia da remo\u00e7\u00e3o de cisto renal por retroperitoneoscopia. Boletim de Urologia. 2019;(4):5-12. [Em russo.]<\/cite><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"source-item\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\">10.<\/p>\n<div class=\"source-item-content\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\"><cite>Ryabov SI, Andrusev AM, Bagrov AYa, et al. Nefrologiya. Tom 2. Nefrologia. Vol. 2. Insufici\u00eancia renal: guia para m\u00e9dicos. St. S\u00e3o Petersburgo: SpetsLit; 2013. 232 p. [Em russo.]<\/cite><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"source-item\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\">11.<\/p>\n<div class=\"source-item-content\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\"><cite>Shlomin VV, Grebenkina NYu, Bondarenko PB, et al. Tratamento cir\u00fargico aberto de um cisto renal gigante no contexto de uma f\u00edstula arteriovenosa da art\u00e9ria renal direita. Angiologia e cirurgia vascular. 2017;(3):1-4. [Em russo.]<\/cite><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"source-item\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\">12.<\/p>\n<div class=\"source-item-content\">\n<p class=\"main-text-semibold text-black\"><cite>Yusupov FA, Yuldashev AA, Abdykadyrov MSh, et al. Cistos cerebrais e renais: situa\u00e7\u00e3o atual da quest\u00e3o. Boletim da KRSU. 2022;(1):129-36. [Em russo.] <\/cite><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"sources-expand-button-wrapper\">\n<div class=\"sources-expand-button\"><svg width=\"32\" height=\"32\" viewbox=\"0 0 32 32\" fill=\"none\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"><path d=\"M8 12L16 20L24 12\" stroke=\"#8C9AAB\" stroke-width=\"2\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><\/path><\/svg><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O cisto renal \u00e9 uma bolsa de parede fina cheia de l\u00edquido, formada a partir do par\u00eanquima renal e revestida por epit\u00e9lio. Os cistos s\u00e3o as les\u00f5es benignas mais comuns nos rins e podem ocorrer em pessoas de todas as faixas et\u00e1rias. 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