Teste de anatomia da artéria carótida externa
Avalie os conhecimentos de anatomia da artéria carótida externa. O teste avalia a sintopia, as ramificações, as anastomoses e as áreas de irrigação ao nível universitário.
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1. Em qual marco anatômico a bifurcação da artéria carótida comum em externa e interna geralmente ocorre?
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Osso hioide.
A bifurcação da artéria carótida comum no triângulo carotídeo geralmente se projeta no nível da margem superior da cartilagem tireóide (corresponde à vértebra C4).
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Ângulo da mandíbula.
A bifurcação da artéria carótida comum no triângulo carotídeo geralmente se projeta no nível da margem superior da cartilagem tireóide (corresponde à vértebra C4).
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Margem superior da cartilagem tireóide.
A bifurcação da artéria carótida comum no triângulo carotídeo geralmente se projeta no nível da margem superior da cartilagem tireóide (corresponde à vértebra C4).
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Cartilagem cricoide.
A bifurcação da artéria carótida comum no triângulo carotídeo geralmente se projeta no nível da margem superior da cartilagem tireóide (corresponde à vértebra C4).
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É-me difícil responder-te
A bifurcação da artéria carótida comum no triângulo carotídeo geralmente se projeta no nível da margem superior da cartilagem tireóide (corresponde à vértebra C4).
2. Qual das seguintes artérias NÃO pertence ao grupo anterior de ramos da artéria carótida externa?
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Artéria tireóidea superior.
A artéria faríngea ascendente é a única ramificação medial da artéria carótida externa. O grupo anterior inclui as artérias tireóidea superior, lingual e facial.
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Artéria lingual.
A artéria faríngea ascendente é a única ramificação medial da artéria carótida externa. O grupo anterior inclui as artérias tireóidea superior, lingual e facial.
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Artéria facial.
A artéria faríngea ascendente é a única ramificação medial da artéria carótida externa. O grupo anterior inclui as artérias tireóidea superior, lingual e facial.
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Artéria faríngea ascendente.
A artéria faríngea ascendente é a única ramificação medial da artéria carótida externa. O grupo anterior inclui as artérias tireóidea superior, lingual e facial.
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É-me difícil responder-te
A artéria faríngea ascendente é a única ramificação medial da artéria carótida externa. O grupo anterior inclui as artérias tireóidea superior, lingual e facial.
3. Qual é a relação sintópica típica da artéria carótida externa (ACE) e interna (ACI) logo após a bifurcação?
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A ACE está localizada anteriormente e medialmente à ACI.
Na região da bifurcação, a artéria carótida externa geralmente está ligeiramente anterior e medial em relação à artéria carótida interna.
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A ACE está localizada posteriormente e lateralmente à ACI.
Na região da bifurcação, a artéria carótida externa geralmente está ligeiramente anterior e medial em relação à artéria carótida interna.
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A ACE está localizada estritamente lateralmente à ACI.
Na região da bifurcação, a artéria carótida externa geralmente está ligeiramente anterior e medial em relação à artéria carótida interna.
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A ACE está localizada estritamente medialmente à ACI.
Na região da bifurcação, a artéria carótida externa geralmente está ligeiramente anterior e medial em relação à artéria carótida interna.
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É-me difícil responder-te
Na região da bifurcação, a artéria carótida externa geralmente está ligeiramente anterior e medial em relação à artéria carótida interna.
4. No triângulo de Pirogov (triângulo lingual), a artéria lingual está localizada:
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Superficialmente ao músculo hioglosso (m. hyoglossus).
A artéria lingual passa no triângulo de Pirogov, localizada mais profundamente m. hyoglossus, que a separa da veia lingual e do nervo hipoglosso.
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Mais profundamente que o músculo hioglosso, nos constritores médios da faringe.
A artéria lingual passa no triângulo de Pirogov, localizada mais profundamente m. hyoglossus, que a separa da veia lingual e do nervo hipoglosso.
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Entre os músculos milo-hioideo e digástrico.
A artéria lingual passa no triângulo de Pirogov, localizada mais profundamente m. hyoglossus, que a separa da veia lingual e do nervo hipoglosso.
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Subcutâneo no triângulo submandibular.
A artéria lingual passa no triângulo de Pirogov, localizada mais profundamente m. hyoglossus, que a separa da veia lingual e do nervo hipoglosso.
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É-me difícil responder-te
A artéria lingual passa no triângulo de Pirogov, localizada mais profundamente m. hyoglossus, que a separa da veia lingual e do nervo hipoglosso.
5. Em quais ramos terminais a artéria carótida externa se divide na glândula parótida?
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Artéria temporal superficial e artéria transversa facial.
No nível do colo da mandíbula na parênquima da glândula parótida, a artéria carótida externa divide-se nos seus ramos terminais: a. maxillaris e a. temporais superficiais.
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Artéria facial e artéria lingual.
No nível do colo da mandíbula na parênquima da glândula parótida, a artéria carótida externa divide-se nos seus ramos terminais: a. maxillaris e a. temporais superficiais.
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Artéria auricular posterior e artéria occipital.
No nível do colo da mandíbula na parênquima da glândula parótida, a artéria carótida externa divide-se nos seus ramos terminais: a. maxillaris e a. temporais superficiais.
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Artéria maxilar e artéria temporal superficial.
No nível do colo da mandíbula na parênquima da glândula parótida, a artéria carótida externa divide-se nos seus ramos terminais: a. maxillaris e a. temporais superficiais.
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É-me difícil responder-te
No nível do colo da mandíbula na parênquima da glândula parótida, a artéria carótida externa divide-se nos seus ramos terminais: a. maxillaris e a. temporais superficiais.
6. Qual é o ramo terminal da artéria facial na região do ângulo medial do olho?
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Artéria infraorbital.
A artéria angular (a. angularis) é o ramo terminal da artéria facial e anastomosa-se com a artéria nasal dorsal (ramo da artéria oftálmica do sistema da artéria carótida interna).
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Artéria transversa da face.
A artéria angular (a. angularis) é o ramo terminal da artéria facial e anastomosa-se com a artéria nasal dorsal (ramo da artéria oftálmica do sistema da artéria carótida interna).
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Artéria nasal dorsal.
A artéria angular (a. angularis) é o ramo terminal da artéria facial e anastomosa-se com a artéria nasal dorsal (ramo da artéria oftálmica do sistema da artéria carótida interna).
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Artéria angular.
A artéria angular (a. angularis) é o ramo terminal da artéria facial e anastomosa-se com a artéria nasal dorsal (ramo da artéria oftálmica do sistema da artéria carótida interna).
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É-me difícil responder-te
A artéria angular (a. angularis) é o ramo terminal da artéria facial e anastomosa-se com a artéria nasal dorsal (ramo da artéria oftálmica do sistema da artéria carótida interna).
7. Em qual sulco do osso temporal passa a artéria occipital?
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Sulco do seio sigmoide.
A artéria occipital acomoda-se no sulco homônimo (sulcus arteriae occipitalis), localizado medialmente à incisura mastoide do osso temporal.
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Sulco do seio petroso inferior.
A artéria occipital acomoda-se no sulco homônimo (sulcus arteriae occipitalis), localizado medialmente à incisura mastoide do osso temporal.
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Sulco da artéria occipital no processo mastóide.
A artéria occipital acomoda-se no sulco homônimo (sulcus arteriae occipitalis), localizado medialmente à incisura mastoide do osso temporal.
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Fossa condilar.
A artéria occipital acomoda-se no sulco homônimo (sulcus arteriae occipitalis), localizado medialmente à incisura mastoide do osso temporal.
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É-me difícil responder-te
A artéria occipital acomoda-se no sulco homônimo (sulcus arteriae occipitalis), localizado medialmente à incisura mastoide do osso temporal.
8. Qual é o ramo da artéria maxilar que dá origem à artéria meníngea média?
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Porção pterigoide.
A artéria meníngea média (a. meningea media) origina-se do primeiro (mandibular) ramo da artéria maxilar, envolvendo o nervo auriculotemporal.
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Porção mandibular (mandibular).
A artéria meníngea média (a. meningea media) origina-se do primeiro (mandibular) ramo da artéria maxilar, envolvendo o nervo auriculotemporal.
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Porção pterigopalatina.
A artéria meníngea média (a. meningea media) origina-se do primeiro (mandibular) ramo da artéria maxilar, envolvendo o nervo auriculotemporal.
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Porção infratemporal.
A artéria meníngea média (a. meningea media) origina-se do primeiro (mandibular) ramo da artéria maxilar, envolvendo o nervo auriculotemporal.
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É-me difícil responder-te
A artéria meníngea média (a. meningea media) origina-se do primeiro (mandibular) ramo da artéria maxilar, envolvendo o nervo auriculotemporal.
9. Por qual forame do crânio a artéria meníngea média penetra na cavidade craniana?
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Forame redondo.
A artéria meníngea média penetra na fossa craniana média através do forame espinhoso (foramen spinosum) do osso esfenoidal.
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Forame oval.
A artéria meníngea média penetra na fossa craniana média através do forame espinhoso (foramen spinosum) do osso esfenoidal.
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Forame espinhoso.
A artéria meníngea média penetra na fossa craniana média através do forame espinhoso (foramen spinosum) do osso esfenoidal.
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Forame lacerado.
A artéria meníngea média penetra na fossa craniana média através do forame espinhoso (foramen spinosum) do osso esfenoidal.
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É-me difícil responder-te
A artéria meníngea média penetra na fossa craniana média através do forame espinhoso (foramen spinosum) do osso esfenoidal.
10. Qual ramo da artéria tireóidea superior perfura a membrana tiro-hióidea?
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Ramo esternocleidomastoideo.
A artéria laríngea superior (a. laryngea superior) origina-se da artéria tireóidea superior e, junto com o nervo homônimo, perfura a membrana tiro-hióidea, irrigando a laringe.
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Artéria laríngea inferior.
A artéria laríngea superior (a. laryngea superior) origina-se da artéria tireóidea superior e, junto com o nervo homônimo, perfura a membrana tiro-hióidea, irrigando a laringe.
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Ramo cricotireoideo.
A artéria laríngea superior (a. laryngea superior) origina-se da artéria tireóidea superior e, junto com o nervo homônimo, perfura a membrana tiro-hióidea, irrigando a laringe.
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Artéria laríngea superior.
A artéria laríngea superior (a. laryngea superior) origina-se da artéria tireóidea superior e, junto com o nervo homônimo, perfura a membrana tiro-hióidea, irrigando a laringe.
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É-me difícil responder-te
A artéria laríngea superior (a. laryngea superior) origina-se da artéria tireóidea superior e, junto com o nervo homônimo, perfura a membrana tiro-hióidea, irrigando a laringe.
11. Qual artéria fornece sangue aos dentes da mandíbula?
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Artéria alveolar superior posterior.
A artéria alveolar inferior (a. alveolaris inferior), ramo da primeira porção da artéria maxilar, passa no canal mandibular, emitindo ramos dentários.
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Artéria mentoniana.
A artéria alveolar inferior (a. alveolaris inferior), ramo da primeira porção da artéria maxilar, passa no canal mandibular, emitindo ramos dentários.
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Artéria alveolar inferior.
A artéria alveolar inferior (a. alveolaris inferior), ramo da primeira porção da artéria maxilar, passa no canal mandibular, emitindo ramos dentários.
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Artéria bucal.
A artéria alveolar inferior (a. alveolaris inferior), ramo da primeira porção da artéria maxilar, passa no canal mandibular, emitindo ramos dentários.
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É-me difícil responder-te
A artéria alveolar inferior (a. alveolaris inferior), ramo da primeira porção da artéria maxilar, passa no canal mandibular, emitindo ramos dentários.
12. Na região do ângulo medial do olho, a artéria angular (sistema da ACE) forma uma anastomose com:
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Artéria nasal dorsal (sistema da ACI).
A anastomose mais importante entre os sistemas das artérias carótidas externa e interna está no ângulo medial do olho: a artéria angular (da facial) conecta-se com a. dorsalis nasi (da oftálmica).
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Artéria infraorbital.
A anastomose mais importante entre os sistemas das artérias carótidas externa e interna está no ângulo medial do olho: a artéria angular (da facial) conecta-se com a. dorsalis nasi (da oftálmica).
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Artéria supratroclear.
A anastomose mais importante entre os sistemas das artérias carótidas externa e interna está no ângulo medial do olho: a artéria angular (da facial) conecta-se com a. dorsalis nasi (da oftálmica).
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Artéria etmoidal anterior.
A anastomose mais importante entre os sistemas das artérias carótidas externa e interna está no ângulo medial do olho: a artéria angular (da facial) conecta-se com a. dorsalis nasi (da oftálmica).
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É-me difícil responder-te
A anastomose mais importante entre os sistemas das artérias carótidas externa e interna está no ângulo medial do olho: a artéria angular (da facial) conecta-se com a. dorsalis nasi (da oftálmica).
13. De qual artéria é um ramo a artéria transversa da face (a. transversa faciei)?
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Artéria facial.
A artéria transversa da face origina-se da artéria temporal superficial na parênquima da glândula parótida e segue paralela ao ducto da glândula.
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Artéria maxilar.
A artéria transversa da face origina-se da artéria temporal superficial na parênquima da glândula parótida e segue paralela ao ducto da glândula.
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Artéria temporal superficial.
A artéria transversa da face origina-se da artéria temporal superficial na parênquima da glândula parótida e segue paralela ao ducto da glândula.
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Artéria auricular posterior.
A artéria transversa da face origina-se da artéria temporal superficial na parênquima da glândula parótida e segue paralela ao ducto da glândula.
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É-me difícil responder-te
A artéria transversa da face origina-se da artéria temporal superficial na parênquima da glândula parótida e segue paralela ao ducto da glândula.
14. Qual é o ramo terminal da artéria maxilar que passa pelo forame esfenopalatino?
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Artéria palatina descendente.
A artéria esfenopalatina (a. sphenopalatina) é o ramo terminal da 3ª porção da artéria maxilar, passando pelo forame esfenopalatino para a cavidade nasal.
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Artéria pterigoide.
A artéria esfenopalatina (a. sphenopalatina) é o ramo terminal da 3ª porção da artéria maxilar, passando pelo forame esfenopalatino para a cavidade nasal.
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Artéria esfenopalatina.
A artéria esfenopalatina (a. sphenopalatina) é o ramo terminal da 3ª porção da artéria maxilar, passando pelo forame esfenopalatino para a cavidade nasal.
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Artéria infraorbital.
A artéria esfenopalatina (a. sphenopalatina) é o ramo terminal da 3ª porção da artéria maxilar, passando pelo forame esfenopalatino para a cavidade nasal.
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É-me difícil responder-te
A artéria esfenopalatina (a. sphenopalatina) é o ramo terminal da 3ª porção da artéria maxilar, passando pelo forame esfenopalatino para a cavidade nasal.
15. Qual artéria predominantemente fornece sangue à tonsila faríngea e ao teto da faringe?
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Artéria palatina ascendente.
A artéria faríngea ascendente (a. pharyngea ascendens), ramo medial da ACE, eleva-se pela parede lateral da faringe, irrigando seus músculos, teto e tonsilas.
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Artéria tireóidea superior.
A artéria faríngea ascendente (a. pharyngea ascendens), ramo medial da ACE, eleva-se pela parede lateral da faringe, irrigando seus músculos, teto e tonsilas.
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Artéria palatina descendente.
A artéria faríngea ascendente (a. pharyngea ascendens), ramo medial da ACE, eleva-se pela parede lateral da faringe, irrigando seus músculos, teto e tonsilas.
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Artéria faríngea ascendente.
A artéria faríngea ascendente (a. pharyngea ascendens), ramo medial da ACE, eleva-se pela parede lateral da faringe, irrigando seus músculos, teto e tonsilas.
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É-me difícil responder-te
A artéria faríngea ascendente (a. pharyngea ascendens), ramo medial da ACE, eleva-se pela parede lateral da faringe, irrigando seus músculos, teto e tonsilas.
16. De onde se originam as artérias temporais profundas (aa. temporales profundae), que irrigam o músculo temporal?
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Da artéria temporal superficial.
As artérias temporais profundas originam-se do segundo (pterigoide) ramo da artéria maxilar e dirigem-se para cima até o músculo temporal.
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Da artéria facial.
As artérias temporais profundas originam-se do segundo (pterigoide) ramo da artéria maxilar e dirigem-se para cima até o músculo temporal.
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Da porção pterigoide da artéria maxilar.
As artérias temporais profundas originam-se do segundo (pterigoide) ramo da artéria maxilar e dirigem-se para cima até o músculo temporal.
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Da artéria occipital.
As artérias temporais profundas originam-se do segundo (pterigoide) ramo da artéria maxilar e dirigem-se para cima até o músculo temporal.
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É-me difícil responder-te
As artérias temporais profundas originam-se do segundo (pterigoide) ramo da artéria maxilar e dirigem-se para cima até o músculo temporal.
17. Qual ramo da artéria occipital penetra na cavidade craniana através do forame jugular?
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Ramo meníngeo.
O ramo meníngeo da artéria occipital (ramus meningeus) adentra a cavidade craniana através do forame jugular (ou canal condilar) para irrigar a dura-máter da fossa craniana posterior.
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Ramo mastoideo.
O ramo meníngeo da artéria occipital (ramus meningeus) adentra a cavidade craniana através do forame jugular (ou canal condilar) para irrigar a dura-máter da fossa craniana posterior.
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Ramo descendente.
O ramo meníngeo da artéria occipital (ramus meningeus) adentra a cavidade craniana através do forame jugular (ou canal condilar) para irrigar a dura-máter da fossa craniana posterior.
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Ramo auricular.
O ramo meníngeo da artéria occipital (ramus meningeus) adentra a cavidade craniana através do forame jugular (ou canal condilar) para irrigar a dura-máter da fossa craniana posterior.
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É-me difícil responder-te
O ramo meníngeo da artéria occipital (ramus meningeus) adentra a cavidade craniana através do forame jugular (ou canal condilar) para irrigar a dura-máter da fossa craniana posterior.
18. Por qual estrutura a artéria facial se dobra no rosto, onde é possível sentir sua pulsação?
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Borda da mandíbula posterior ao músculo da mastigação.
A artéria facial circunda a borda inferior da mandíbula imediatamente à frente do ponto de inserção do músculo masseter (m. masseter), onde pode ser facilmente comprimida contra o osso.
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Borda da mandíbula anterior ao músculo da mastigação.
A artéria facial circunda a borda inferior da mandíbula imediatamente à frente do ponto de inserção do músculo masseter (m. masseter), onde pode ser facilmente comprimida contra o osso.
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Arco zigomático.
A artéria facial circunda a borda inferior da mandíbula imediatamente à frente do ponto de inserção do músculo masseter (m. masseter), onde pode ser facilmente comprimida contra o osso.
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Sínfise mentoniana.
A artéria facial circunda a borda inferior da mandíbula imediatamente à frente do ponto de inserção do músculo masseter (m. masseter), onde pode ser facilmente comprimida contra o osso.
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É-me difícil responder-te
A artéria facial circunda a borda inferior da mandíbula imediatamente à frente do ponto de inserção do músculo masseter (m. masseter), onde pode ser facilmente comprimida contra o osso.
19. Quais duas artérias emitem ramos que conjuntamente irrigam a glândula parótida?
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Temporal superficial e auricular posterior.
A glândula parótida recebe nutrição dos ramos da artéria temporal superficial (rr. parotidei) e auricular posterior, localizadas em proximidade imediata.
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Facial e lingual.
A glândula parótida recebe nutrição dos ramos da artéria temporal superficial (rr. parotidei) e auricular posterior, localizadas em proximidade imediata.
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Maxilar e facial.
A glândula parótida recebe nutrição dos ramos da artéria temporal superficial (rr. parotidei) e auricular posterior, localizadas em proximidade imediata.
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Occipital e faríngea ascendente.
A glândula parótida recebe nutrição dos ramos da artéria temporal superficial (rr. parotidei) e auricular posterior, localizadas em proximidade imediata.
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É-me difícil responder-te
A glândula parótida recebe nutrição dos ramos da artéria temporal superficial (rr. parotidei) e auricular posterior, localizadas em proximidade imediata.
20. Qual artéria se origina da artéria infraorbital no canal homônimo para a irrigação dos dentes anteriores da maxila?
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Artéria alveolar superior posterior.
No canal infraorbital a. infraorbitalis dá origem às artérias alveolares superiores anteriores (aa. alveolares superiores anteriores), que seguem através dos canais ósseos até os incisivos e caninos.
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Artéria alveolar superior média.
No canal infraorbital a. infraorbitalis dá origem às artérias alveolares superiores anteriores (aa. alveolares superiores anteriores), que seguem através dos canais ósseos até os incisivos e caninos.
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Artérias alveolares superiores anteriores.
No canal infraorbital a. infraorbitalis dá origem às artérias alveolares superiores anteriores (aa. alveolares superiores anteriores), que seguem através dos canais ósseos até os incisivos e caninos.
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Artéria esfenopalatina.
No canal infraorbital a. infraorbitalis dá origem às artérias alveolares superiores anteriores (aa. alveolares superiores anteriores), que seguem através dos canais ósseos até os incisivos e caninos.
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É-me difícil responder-te
No canal infraorbital a. infraorbitalis dá origem às artérias alveolares superiores anteriores (aa. alveolares superiores anteriores), que seguem através dos canais ósseos até os incisivos e caninos.
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